1. Princípio base da publicidade nas redes do futuro No futuro, toda a gente comunica. Logo, o valor não está em falar mais — está em saber quando e como falar. 📌 O vosso coletivo não “marca presença”. Ele interrompe o padrão. A vossa publicidade nas redes é: pouco frequente altamente intencional mais próxima de arte / ensaio / fragmento feita para ser guardada, não só vista 2. Tipos de conteúdo que o coletivo faria 🔹 A) Conteúdo que não pede interação (num mundo viciado em likes) Exemplo: Vídeos verticais lentos Sem call to action Sem “segue-nos” Sem hashtags óbvias Texto sobreposto: “Não precisamos de likes. Precisamos de atenção.” 📌 Paradoxo: as pessoas interagem porque não são convidadas. 🔹 B) Conteúdo incompleto (continua a ideia dos cartazes) Stories que acabam a meio Frases cortadas Vídeos que param antes do clímax Exemplo: “Escolhe-nos se…” vídeo termina 📌 Isto cria: frustração produtiva curiosidade memória 🔹 C) Conteúdo processual (anti-portfólio) Em vez de mostrar resultados finais: mostram erros versões rejeitadas conversas internas decisões difíceis Exemplo de texto: “Este projeto morreu aqui. Foi uma boa decisão.” 📌 Mostra maturidade criativa e ética. 🔹 D) Conteúdo sensorial digital (tradução das caixas para o ecrã) Vídeos que sugerem textura Áudio com ASMR criativo Movimento lento, quase táctil Exemplo: close-up de papel a rasgar som amplificado legenda: “Nem tudo precisa de ser visto.” 🔹 E) Conteúdo que recusa o algoritmo Posts quadrados no meio de See more